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•
Possibilitar
a
identificação
de campos de
manifestações
simbólicas
fundamentais
para a
construção
da
identidade
social, tida
como
múltipla e
contraditória
em diversos
aspectos,
mas unitária
em outros;
•
Ultrapassar
a noção de
patrimônio
apenas como
objetos ou
temas, mas
como parte
de fazeres
sociais,
pressupondo
conflitos,
potencialidades
e limites;
• Entender o
patrimônio
como
possuidor de
uma
diversidade
de sentidos,
possibilitando
múltiplas
falas e
experiências;
• Ampliar a
noção de
preservação,
possibilitando
que o
patrimônio
seja
apropriado
materialmente
por diversos
grupos,
dando usos
distintos ao
patrimônio;
•
Possibilitar
que outros
grupos, que
não as
instituições
hegemônicas,
preservem
suas
identidades
e poderes a
partir da
identificação
de
patrimônios
próprios;
• Trabalhar
com os
vínculos
entre
patrimônio
histórico e
memória; e,
•
Desenvolver
debates e
atividades
no âmbito da
educação
patrimonial. |